Oi! Tudo bem?
Assisti a um vídeo desse canal/blog maravilhoso que é o Dica pra Hoje (esse vídeo aqui), em que a Joyce falou um pouco sobre empatia. E me deu vontade de fazer um post pra começar a semana falando disso.
Nós nos acostumamos a encarar as diversas situações do dia a dia a partir de um ponto de vista que é, quase sempre, o nosso. Coletamos lembranças, referências e valores pra analisar o que acontece na nossa vida e das outras pessoas de uma posição bastante específica e definida, que tem a ver com as nossas próprias vivências. E às vezes é bem difícil tentar fazer essa análise de um ponto de vista diferente.
Quando eu digo ponto de vista diferente, não quero dizer apenas colocar-se no lugar da outra pessoa em determinada situação e tentar entender como você se sentiria no lugar dela, que é uma definição básica de empatia. Mas pra mim envolve um trabalho um pouco mais profundo, que é considerar o estilo de vida daquela pessoa, as referências dela e os ambientes onde essas referências se formaram, porque isso tudo leva à construção de um conjunto de valores que pode ser muito diferente do seu ou de qualquer outra pessoa. Eu acho que ser empático dessa maneira é mais eficiente e justo até, pois colocar-se no lugar do outro partindo apenas dos nossos próprios valores é relativamente fácil - e pode levar a um julgamento superficial do que aquela pessoa está vivendo ou das escolhas que ela faz.
Então eu acho que vale muito a pena ampliar a nossa visão nesse sentido, quando nos dispomos a ser empáticos com alguém. Pra mim, isso também tem muito a ver com algo que prezo muito, que é o senso de coletivo, um assunto que ainda quero desenvolver mais aqui no blog.
Por horas é isso, beijo grande e ótima semana pra você!
Vanessa
Nós nos acostumamos a encarar as diversas situações do dia a dia a partir de um ponto de vista que é, quase sempre, o nosso. Coletamos lembranças, referências e valores pra analisar o que acontece na nossa vida e das outras pessoas de uma posição bastante específica e definida, que tem a ver com as nossas próprias vivências. E às vezes é bem difícil tentar fazer essa análise de um ponto de vista diferente.
Quando eu digo ponto de vista diferente, não quero dizer apenas colocar-se no lugar da outra pessoa em determinada situação e tentar entender como você se sentiria no lugar dela, que é uma definição básica de empatia. Mas pra mim envolve um trabalho um pouco mais profundo, que é considerar o estilo de vida daquela pessoa, as referências dela e os ambientes onde essas referências se formaram, porque isso tudo leva à construção de um conjunto de valores que pode ser muito diferente do seu ou de qualquer outra pessoa. Eu acho que ser empático dessa maneira é mais eficiente e justo até, pois colocar-se no lugar do outro partindo apenas dos nossos próprios valores é relativamente fácil - e pode levar a um julgamento superficial do que aquela pessoa está vivendo ou das escolhas que ela faz.
Então eu acho que vale muito a pena ampliar a nossa visão nesse sentido, quando nos dispomos a ser empáticos com alguém. Pra mim, isso também tem muito a ver com algo que prezo muito, que é o senso de coletivo, um assunto que ainda quero desenvolver mais aqui no blog.
Por horas é isso, beijo grande e ótima semana pra você!
Vanessa
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