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domingo, 13 de agosto de 2017

Vídeo: #2 Como me organizo para estudar para concursos

    Oi, pessoal!

    Como tinha combinado com vocês no post anterior, segue a sequência do vídeo com algumas dicas práticas pra quem está se preparando para concursos e outras provas.

    Nessa segunda parte sugiro algumas coisas mais específicas, que vou listar aqui e explico no vídeo também.

    No caso da prova que eu vou fazer, são três as áreas do conhecimento que caem na primeira fase do concurso: Língua PortuguesaLegislação referente à área de Educação e Conhecimentos Pedagógicos (teorias, metodologias de ensino etc). Como eu não vou ter tempo hábil para estudar tudo isso, vou me concentrar mais nas áreas que conheço menos e, dentro das áreas exigidas, naquilo que tenho mais dificuldade. Pra exemplificar:

- Geralmente vou bem em Português, mas com a nova regra ortográfica tenho algumas dúvidas, então a nova ortografia será um dos meus focos.

- A legislação de Educação é vasta e tem detalhes que eu desconheço, então vou baixar as leis e ler, destacando o que eu achar mais importante. No celular ou tablet também vou salvar, pra sempre que der um tempo eu voltar lá e dar uma olhada. Quando se trata de leis, se a prova não tiver esse assunto como foco central (cargos de advogado, fiscal e outros do tipo exigem muito mais sobre leis, o que não é o caso aqui), dê aquela estudada geral. Eu, por exemplo, vou me concentrar mais na LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação) e no ECA (Estatuto da Criança e Adolescente), que são centrais na minha área de atuação. O restante não vou priorizar e vou estudando conforme der.

- A parte de conhecimentos pedagógicos pra mim é a mais irritante, pois muitos autores pintam o magistério como uma coisa linda e perfeita, com resultados previsíveis se você seguir as teorias, mas muitos deles nunca pisaram numa sala de aula da Educação Básica (da Ed. Infantil ao Ensino Médio). Então, mesmo torcendo o nariz vou buscar referências desses autores na internet e suas ideias principais, já que será inviável ler seus livros. Em muitos casos, mesmo discordando de suas ideias, vou ter que conhecê-las e responder na prova o que os avaliadores "querem ouvir", sabe como é né...

    Você pode estudar usando técnicas como a Pomodoro (clique aqui e assista ao vídeo que gravei sobre essa técnica) pra conseguir focar melhor e evitar distrações durante seus estudos).

    Em linhas gerais é assim que me organizo. É importante você adaptar os assuntos que irá estudar ao tempo disponível que você tem e ao prazo até a data da prova. Não adianta ter seis meses pra estudar e não rever ao longo do tempo os conteúdos estudados no primeiro mês, por exemplo. Essa parte vai depender dos pormenores cabíveis à sua realidade. Muitas vezes, acaba sendo mais vantajoso fazer um curso preparatório, caso haja muitos conteúdos complexos ou variados e um prazo longo até a prova. Nunca fiz cursos pra concursos, exceto quando fiz vestibulinho pra curso técnico (e não fui aprovada justamente porque não estudava o suficiente em casa), então nessa parte não tenho muita experiência pra orientar vocês.

    Esse concurso que vou fazer tem mais duas etapas antes da classificação final dos candidatos, que são comuns também em outros processos seletivos, até mesmo em empresas privadas:

Prova de títulos e análise dos requisitos mínimos
    Já separe todos os seus certificados, não só de graduação, mestrado, doutorado, mas cursos de especialização, extensão universitária, trabalho voluntário e cartas de indicação se for o caso. Muitas vezes deixamos isso pra última hora, e se você não encontrar algum documento desse tipo pode perder pontos importantes na classificação, simplesmente porque não terá tempo de pedir segunda via. Por isso é bom ter sempre essa documentação arquivada corretamente e se possível digitalizada também.

Aula teste e entrevistas/dinâmicas de grupo
    Se você tiver ideia dos assuntos abordados (no caso de uma aula teste) vá estudando todos eles, reforçando sempre o que você tem mais dificuldade e aprimorando aquilo em que você for melhor. Muitas escolas e institutos educacionais dão algumas opções de assunto e sorteiam um na hora da aula teste. É legal apresentar informações interessantes e sair do que seria uma aula comum. Afinal, é sua oportunidade de mostrar porque você merece a vaga. Manter-se dentro do tempo estabelecido também é crucial. No caso de uma entrevista, cuidado com os clichês. É importante mostrar confiança e segurança, mesmo que você mostre discordar de algum ponto colocado pelos entrevistadores. Nas entrevistas que eu já fiz, procurei sempre mostrar no que me diferencio dos demais, sem sair muito da linha mas também sem me preocupar em fazer o que todo mundo faz (em dinâmicas de grupo isso também é muito válido). Respostas previsíveis como "Meu defeito é ser perfeccionista" já não colam há muito tempo.
    Pra quem é professor, esse tipo de entrevista (comum nas escolas particulares) visa saber muitas vezes se você tem jogo de cintura pra lidar com a indisciplina dos alunos. Escolas particulares precisam lucrar, e pra isso muitas vezes terão um número elevado de alunos (já dei aula pra mais de 40 alunos numa sala de 8º ano em uma escola particular), ainda mais no período de crise em que estamos. Quanto mais elitista for a escola, a tendência é haver menos alunos por sala (o que reflete diretamente na qualidade da aprendizagem), mas por outro lado o professor é muito exigido e precisa saber lidar com os "alunos clientes" e seus pais, que muitas vezes não são pessoas fáceis.

    Uma última dica: não despreze o seu conhecimento prático.
    Questões mais elaboradas e técnicas poderão citar autores que você não conhece, mas a prática na sua área de atuação pode ajudar a localizar/formular a resposta correta. É o famoso "bom senso", que devemos usar quando tecnicamente não temos certeza da resposta mais adequada. Em questões de múltipla escolha, o melhor é deixar as mais difíceis para o final e depois ir descartando as opções nitidamente erradas, até deixar duas ou três para então pensar bem e optar pela que você achar correta.

    Espero que seja útil pra você!



Beijo grande gente!
Vanessa

sábado, 12 de agosto de 2017

Vídeo: #1 Como me organizo para estudar para concursos

    Oi, pessoal!

    Me inscrevi em um concurso para o cargo de tutora de ensino à distância. Como faz tempo que não faço uma prova desse tipo e já recebi dúvidas sobre esse assunto, resolvi aproveitar pra gravar um vídeo com algumas dicas para quem está na mesma situação. 

    Quero esclarecer que me inscrevi nessa prova mais pra dar uma "treinada", já que não faço concurso há uns anos. Minha rotina é corrida e caso seja aprovada terei provavelmente que abrir mão de uma das minhas ocupações atuais, então não vou ter uma rotina intensa de estudos. Por isso, serão dicas gerais de como eu seleciono os assuntos por quantidade de informações, nível de dificuldade e ordem de prioridade, já que o tempo para eu estudar será reduzido. Se você também não dispõe de muito tempo e quer agilizar a vida, acredito que poderá te ajudar. Se você tiver mais tempo, aproveite! É só adaptar à sua realidade.

    Primeiro algumas dicas gerais já meio batidas, mas que vejo muita gente quebrar a cara porque não faz:

    1. Ler TODO o edital, atentando para os prazos de inscrição, pagamento (ou isenção, se for o caso), materiais e documentos que devem ser levados no dia da prova.
ATENÇÃO: algumas empresas organizadoras de concursos exigem que o candidato use caneta que tenha a parte externa transparente (neura de evitar fraude), eu já vi gente que precisou contar com a solidariedade dos concorrentes e pegar caneta emprestada no momento da prova, porque não leu o edital com atenção. Sempre tem um filhodeDeusdebomcoração, mas eu prefiro não ter esse tipo de emoção na hora da prova.
    2. Todo mundo sabe, mas não custa repetir: os concursos em geral são aos domingos. Portanto, se você depende de transporte público já sabe que a frequência nesses dias é menor e que a procura será maior. Se vai com seu carro, já sabe também que várias outras pessoas irão para o mesmo lugar e haverá trânsito. Saia com antecedência, é melhor chegar antes e esperar do que perder a prova. Se o local de prova for na sua cidade e não for uma região que você conhece bem, é bom ir uns dias antes pra conhecer o caminho, saber as linhas de ônibus que passam por ali, se tem lugar pra estacionar ou, se for um lugar meio perigoso, se é o caso de alguém levar você ou ir de Uber. Acredite, isso garante muita tranquilidade no dia da prova.
    3. Revise materiais, documentos, água e lanche antes de sair de casa. Uma dica de economia: é melhor levar seu lanche e sua água, pois geralmente os que são vendidos nos locais de prova são bem caros.
    4. Durma bem e evite excessos na noite anterior, principalmente se a prova estiver agendada para o período da manhã. Esse também não é um bom momento pra você se jogar naquela feijoada top, porque ela trará consequências para a sua concentração que poderão não ser as mais desejadas.
    5. Atente para o calendário do concurso, fases (se tiver mais do que uma) e publicações importantes. Muitos concursos têm a prova objetiva como primeira fase e depois outras provas, como análise de títulos, exame psicológico, aula teste. É importante estar a par das datas e se preparar para as exigências de cada fase.
    6. Pode parecer uma atitude insana, mas procure vários concursos na sua região dentro da mesma área. O tempo e esforço mobilizados para estudar devem ser aproveitados ao máximo, buscando a maior quantidade possível de oportunidades dentro dos mesmos assuntos de prova. Tive uma época em que fiz vários concursos em um período de poucos meses (teve um mês em que eu fiz provas nos quatro domingos consecutivos). É desgastante, mas ajuda de duas formas: te dá experiência e tranquilidade na logística toda do processo, além de aumentar suas possibilidades e aproveitar o conhecimento para várias provas. Muitas vezes, um assunto abordado em uma prova te ajuda a responder questões semelhantes na prova seguinte.

    Como o vídeo completo ficou meio longo, dividi em duas partes e o vídeo com as dicas mais específicas de como se organizar para estudar virá em um outro post (logo publico aqui).

No vídeo esclareço mais o que está nesse post:



Espero ter ajudado, ótimos estudos pra você e até mais!
Vanessa




quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Finanças: cuidar do dinheiro não é ser materialista!

    Oie! Tudo bem?

    Esse post é sobre dinheiro e sobre não ter peso na consciência por cuidar dele e querer ter o suficiente. Talvez tenhamos que quebrar algumas crenças incutidas na nossa caixola que nos fazem ver o dinheiro (e as pessoas ricas) de forma negativa. Se você não tem medinho, se joga nessa comigo!

    Alguns motivos pra superar aquelas velhas ideias de que buscar prosperidade financeira, cuidar bem do nosso dinheiro e querer ter mais são coisas perversas e pecaminosas:

* Vivemos em um mundo material, onde as condições para nossa sobrevivência exigem dinheiro (ainda não aprendi a viver de luz). Não faz sentido desperdiçá-lo;

* O trabalho toma muito do nosso tempo e nos garante o dinheiro. Por isso, devemos respeitar nosso tempo e cuidar do nosso dinheiro. Ele, na verdade, significa partes da nossa vida trocadas por valores que nos trarão coisas e experiências que queremos ter e viver;

* Para aqueles que se consideram espiritualizados, se faz sentido pra você aumentar seu nível de consciência, acho que faz sentido tentar entender e corrigir comportamentos que descontam emoções mal resolvidas gastando dinheiro de forma irracional;

* Abrir mão de ter certos objetos que iriam satisfazer uma vontade temporária em prol de um futuro mais tranquilo não é ser mesquinho, e sim generoso com você mesmo, usando parte dos recursos conquistados hoje para garantir tranquilidade no futuro;

* Fazer o dinheiro trabalhar para nós é o mínimo que devemos fazer por nós mesmos, pra ter de volta parte do enorme valor que ajudamos a criar nos lugares onde trabalhamos ao longo da vida.

    Se ecoam na sua cabeça aquelas frases do tipo "Sou desapegado a bens materiais, não fico perdendo tempo contando dinheiro ou guardando, se eu morrer amanhã, o dinheiro vai ficar e não terei aproveitado", não se sinta mal. Essas ideias são quase como mantras repetidos de geração em geração, que associam ter dinheiro e querer ter ou cuidar do dinheiro que se tem a ganância, egoísmo, materialismo exagerado e outros defeitos, que eu acredito que devemos superar, pelos motivos que expus acima. Mais posts sobre esse assunto virão, e você vai ver que usar o dinheiro da forma correta é exatamente o contrário dessas antigas ideias. Saber lidar com o dinheiro e tirar dele o melhor proveito possível é colocá-lo em seu devido lugar, que é servir a nós e a nossos objetivos, e não o contrário.

    Logo conversaremos mais sobre esse assunto, enquanto isso conta aí nos comentários se essas crenças limitantes fazem ou já fizeram parte da sua vida.

Beijo grande!
Vanessa


quarta-feira, 26 de julho de 2017

Projeto Minimalismo #9: Minimalismo nas palavras

    Oi! Tudo bem?

    Uma das coisas que eu mais observo, desde sempre, é o quanto as pessoas falam. Durante muito tempo eu fui muito "quietinha" e isso sempre me incomodou, porque eu sempre achei super legal estar cercada de amigos, rindo, conversando, dando opiniões, sendo ouvida. Hoje eu percebo que cresci preocupada em ter algo para dizer nas diversas situações: no ambiente de trabalho, entre amigos em momentos descontraídos, mas sempre me senti muito mais à vontade conversando em família ou em grupos pequenos, de até três ou quatro pessoas. Por muito tempo me preocupei em dizer o que os outros gostariam de ouvir e atender às suas expectativas. Nem preciso dizer o quanto isso se torna desastroso...

    Não tem fórmula pra se fazer amigos. Eu acho que é um tipo de química, não como acontece quando há atração física, mas não tem padrão, palavras certas ou sempre concordar. Às vezes a gente descobre amigos em pessoas que se comportam de forma totalmente diferente da nossa e até dizem coisas que a gente normalmente desaprovaria. Isso é até óbvio, mas pra mim foi uma grande (re)descoberta perceber que agir com naturalidade poderia trazer amigos muito mais verdadeiros por um lado, além do respeito daqueles que discordem de mim, por reconhecerem a autenticidade do meu comportamento.

    Hoje eu estou parando de brigar com esse meu lado mais introvertido. Às vezes alguns amigos até estranham e muita gente com quem eu convivo tenho certeza de que faz uma imagem de mim que não corresponde muito bem à pessoa que eu sou. O minimalismo, que tanto tem trazido crescimento à minha vida, entra nisso também.

    Eu falei tudo isso pra chegar no assunto do post, justamente porque pra mim é como se a vida tivesse várias camadas, em que uma coisa se sobrepõe à outra e os contextos em que nós vivemos assumem uma importância enorme na compreensão do que acontece e na maneira como nós enxergamos as situações. Quando eu entrava em um emprego novo, por exemplo, eu vivia angustiada até ter certeza de que as pessoas tinham me aceitado e gostavam de mim. Eu queria ser legal, mostrar que tinha aprendido as tarefas referentes ao meu trabalho, queria ser sempre solícita. E muitas vezes eu criava uma imagem que exigia de mim um esforço enorme na hora de dizer NÃO pra alguém. Geralmente eu me segurava e só fazia isso quando algo passava do limite. Se você já passou por isso, sabe que normalmente a situação em que esse NÃO é finalmente dito pode ser bem desagradável. E daí vem a culpa e a sensação de inadequação contra a qual eu lutava tanto.

    Quando me tornei professora eu comecei a lidar melhor com isso. Em parte porque é um trabalho que requer saber lidar com a rejeição (escrevi sobre a rejeição dos alunos aqui) e também porque eu já estava cansada de me preocupar com agradar os outros ou ser querida. Comecei a me voltar mais pra mim: conversava quando estava a fim e ficava quieta na minha se assim eu quisesse.

    Eu vejo hoje que falar menos ou não ter sempre um assunto pra conversar ou uma opinião formada não tem nada de mais, nada de errado. Pelo contrário, me sinto mais eu mesma, não me sinto mais fazendo uma "propaganda enganosa" de mim. E voltando ao minimalismo, estar nesse processo de buscar o essencial fez toda a diferença pra eu entender melhor como me sinto em relação às palavras. Pensando no que eu entendo ser uma vida minimalista e com mais propósito, faz muito mais sentido pensar nas palavras dentro desse contexto. É claro que eu não fiz nem pretendo fazer um voto de silêncio, pelo menos não vejo necessidade disso hoje. Em certos momentos (dando aula é um deles), eu falo muito, não me tornei uma pessoa apagada. Mas tenho preferido agir de forma a valorizar mais o que eu digo, dizendo o que é realmente adequado ao momento, ao local e principalmente ao meu estado de espírito. E o minimalismo me trouxe um jeito totalmente novo e um contexto excelente pra entender isso na minha vida.

    Ironicamente (ou não...rs) esse post ficou maior que o de costume. Talvez porque pra mim a redução das palavras não signifique menos conteúdo. Pelo contrário, é ficar com o essencial, o que é realmente importante, de fato conforme o que o minimalismo é pra mim.

Beijo gente, com muitas palavras e silêncios repletos de sentido!
Vanessa

quarta-feira, 19 de julho de 2017

Vídeo: Meu planner simples

    Oi, gente!

    Gravei um vídeo mostrando um pouco da minha rotina de organização de tarefas com o planner. Em 2017 comecei com um mais elaborado que eu mesma montei, mas de junho pra cá precisei mudar de caderno e resolvi simplificar. Dá uma olhada lá no canal, que eu explico em mais detalhes:



    Espero que seja útil pra vocês, beijo grande e até mais!

Vanessa


terça-feira, 18 de julho de 2017

Projeto Minimalismo #8: Minimalismo e Simplicidade

    Oi, gente querida!

    Mais uma vez vamos conversar sobre esse assunto que eu adoro e que motiva muita gente também a levar uma vida com mais qualidade. Dá pra pensar em minimalismo sem pensar na palavra simplicidade? Impossível né? Então, vamos começar do começo:

Simplicidade (segundo o Dr. Google) significa "1. ausência de complicação; 2. qualidade do que é simples, do que não é composto; 3. comportamento natural e espontâneo, ausência de pretensão; 4. caráter próprio, não alterado por elementos estranhos; 5. elegância, maneira natural e simples de falar ou escrever; 6. qualidade, caráter daquele que é sincero, franqueza, pureza, candura; 7. ausência de luxo, de pompa, de sofisticação."

    Nooossa, quanta coisa! Pra mim o minimalismo requer em primeiro lugar a simplicidade. Ao enxergar que a vida pode ser melhor com menos, simplificar torna-se algo central, que pode ser aplicado a muitas coisas: desde a economia de tempo no trabalho para ganharmos produtividade, passando por guardar as roupas limpas no armário com praticidade, até perceber que certos ambientes e grupos de pessoas não nos acrescentam nada de melhor.

    Às vezes pode não ser fácil simplificar algumas áreas da vida, e esse processo pode ser bem demorado. Minha experiência tem sido assim, bem gradual, mas significativa. Aos poucos os princípios de uma vida simples estão preenchendo vários aspectos do meu dia a dia e estou percebendo cada vez mais o que faz sentido pra mim. A simplicidade está presente desde a forma de a gente se comportar até a questão material. De maneira alguma isso quer dizer que temos que abrir mão de conforto ou de coisas bonitas e experiências boas, mas trata-se, pra mim, de viver com mais naturalidade. Essa é outra palavra que está ligada à simplicidade. Forçar-se a fazer coisas ou a estar em ambientes que não nos agregam é deixar de agir naturalmente e dizer não pra o que realmente importa pra gente. Para quem busca levar uma vida com mais conteúdo e menos tralha de todo tipo, simplificar é manter o que efetivamente traz felicidade e facilita as rotinas. Mesmo sabendo que em certas situações não é possível minimalizar tudo o que gostaríamos, muitas vezes porque há mais pessoas envolvidas e nem tudo está sob nosso total controle, ter isso como um princípio de vida faz até a nossa mente funcionar de forma a simplificar o dia a dia. Isso não quer dizer que nosso raciocínio será simplório, pelo contrário, simplificar pode exigir de nós uma elevada capacidade de analisar, separar e priorizar, que o minimalismo ajuda muito a desenvolver.

    Resolvi fazer uma lista de alguns itens que eu simplifiquei no meu dia a dia e que têm facilitado as coisas ultimamente:
1. Alimentação no trabalho (preparo de marmitas congeladas);
2. Minhas listas de tarefas e a forma como uso o planner/agenda (assista ao vídeo sobre meu planner aqui);
3. Organização da lista de compras semanal da casa;
4. Redução  do número de roupas e calçados (ainda há mais para destralhar!);
5. Organização da rotina dos dias de trabalho sempre na noite anterior (separação de materiais e roupas que serão usados no dia seguinte).

    Ainda tenho muito a simplificar, mas acho que já é um bom começo né? :)
    Assim que tiver novidades sobre isso trago pra mostrar.

Beijos e até!
Vanessa

sábado, 15 de julho de 2017

Revendo as metas de 2017 ... e reajustando a rota

    Oi, pessoal!
    Esse meu pequeno período de férias no meio do ano veio a calhar pra fazer uma revisão daquilo que estabeleci como prioridade pra mim em 2017 e analisar se as coisas estão caminhando como eu planejei ou se é preciso reajustar as metas. E haja reajuste!! KKKKK
    Fiz um vídeo contando minhas 9 metas para 2017 e como estou me saindo em cada uma delas. Não se trata apenas do que EU estabeleci, mas de algumas sugestões que eu trouxe de como estabelecer metas e objetivos, e também como não se frustrar quando não nos saímos tão bem quanto esperávamos.
    No final do vídeo eu trouxe algumas reflexões que acho importantes para que as metas sejam proveitosas e realistas. Em resumo, tem quatro pontos que eu percebi que, se forem considerados ao criar/rever as metas, poderão trazer mais sucesso:

1 - Antes de lançar-se objetivos num momento de empolgação, pense se são o que você realmente quer e se cabem na sua rotina;

2 - Pense em como é seu dia a dia e veja como pode priorizar as metas que você escolheu, para que possa organizar seu tempo de forma adequada, evitando frustrações;

3 - Ao invés de começar com algo muito extremo ou que exija uma mudança radical de hábitos (se isso funcionar pra você, vai fundo!), adapte-se aos poucos ao que você está planejando, pra poder começar, principalmente se for algo muito novo pra você. Isso pode evitar o famoso "fogo de palha": começar e dali a uma semana deixar a meta de lado;

4 - Rever periodicamente suas metas e analisar o que tem feito para atingi-las. Reconsiderar o que não é mais uma prioridade para você e ajustar o que não está andando bem.

    Lá no vídeo tem vários outros detalhes:



    Espero que gostem, e fiquem à vontade pra comentar!

Beijos e até!
Vanessa

sexta-feira, 21 de abril de 2017

Metas e o que importa

Olá, gente! Tudo bem?

    Desde janeiro que eu queria escrever um post sobre metas, porque confesso que nesse início de ano fiquei meio "de bode" com as metas...rs
Explico: como muitas pessoas, eu tenho o hábito, já faz um tempo, de escrever a famosa "lista de resoluções de ano novo". Sempre ficava contente em escrever aquele monte de coisas pra conquistar e realizar a cada ano que se inicia, mas nos últimos anos comecei a perceber que essa lista acabava ficando esquecida a maior parte do tempo, minhas metas não eram divididas em tarefas menores para que eu pudesse realizá-las com um mínimo de planejamento, e além disso eu acabava me lembrando, muitas vezes com pesar :'''(, de uma ou outra meta - em geral cuja realização não estava acontecendo. Sempre havia inúmeras justificativas que me impediam de dar andamento àquelas metas da listinha da esperança que eu fazia em dezembro ou no início de janeiro, de boa nas férias, quando acreditamos que dar um passo maior que as pernas é algo plenamente possível... E daí aconteceu que no início de 2017 eu resolvi simplificar, pois não queria de novo revisitar a listinha do início do ano que tinha "acabado de acabar" pra constatar mais uma vez que não tinha dado conta de tudo o que queria fazer.
    Pra mim, simplificar não significa parar de pensar nos objetivos para o ano ou para prazos maiores, mas eu percebi que em geral minhas metas eram sempre as mesmas: ter mais tempo livre, ler mais, manter-me produtiva no trabalho durante todo o ano, me alimentar bem e fazer exercícios físicos, além de aprender mais sobre finanças pessoais e como investir meu suado dinheirinho. Fala aí, suas metas não se aproximam muito dessas? Ah, e claro, faltou a famigerada viagem, pra esquecer do dia a dia atribulado. Engraçado né, como temos tantas opções e mesmo assim nos tornamos tão repetitivos... Mas isso é tema pra outra conversa. Voltando ao foco, resolvi simplificar e pensar em coisas que eu conseguiria priorizar em 2017, mesmo que implicassem algum sacrifício. A princípio fiquei com a sensação de que eu já sabia o que queria realizar nesse ano, e resisti por semanas a fazer a tal listinha. Até que elenquei sete tópicos, a maioria deles bem gerais pra servirem como lembretes de valores importantes pra minha vida nesse ano, e não mais como obrigações que eu não poderia me decepcionar novamente por não fazer. Se começasse assim, já seria um peso no meu início de ano, ou seja, já começaria mal. Minha lista é:
  1. Fazer exercício físico 3 vezes por semana (me matriculei na academia, mas ainda não me organizei o suficiente para frequentá-la nesse ritmo);
  2. Organizar e manter rotina de cozinhar em casa e aprender novidades (estou conseguindo preparar marmitas e congelar pra levar para o trabalho, e por enquanto estou me saindo melhor nessa parte do que ano passado);
  3. Manter a rotina de trabalho em ordem e sempre adiantada (estou encerrando o primeiro bimestre letivo com a sensação de que vou dar conta dentro do prazo sem me descabelar; não trazer trabalho pra casa já é algo ainda a ser conquistado...rs);
  4. Ler no mínimo um livro por mês (estamos em abril e até o momento li um livro inteiro, metade de outro e estou lendo um terceiro; com o cansaço esse é um hábito que se torna mais difícil em períodos com maior volume de trabalho, mas estou tentando ler todos os dias, mesmo que poucas páginas);
  5. Viajar no mínimo uma vez (ainda estamos planejando uma viagem com duração de 4 a 7 dias nas férias, mas ainda no primeiro semestre acho que vou conseguir um fim de semana pra desligar e relaxar);
  6. Economizar dinheiro e fazer compras inteligentes (esse é o ponto em que estou me saindo melhor; já tenho há um tempo uma rotina de reservar dinheiro todo mês, e o minimalismo tem facilitado muito as minhas escolhas de consumo; tenho comprado pouco e isso tem me feito bem, estou inclusive planejando para os próximos anos reduzir minha carga de trabalho, que hoje é bem pesada);
  7. Ter mais tempo para lazer e hobbies (desde que montei meu aquário em fevereiro, estou avançando nesse ponto; tem sido muito terapêutico pra mim esse pequeno ecossistema que consegui criar dentro de uma caixa de vidro com 20 litros de água; tanto que já estou montando um aquário maior, e logo vocês vão saber mais disso por aqui).

    Não sei se essa forma um pouco diferente de ver minhas metas trará resultados plenos até o fim do ano, mas fazer esse post foi legal porque me ajudou a analisar como estou me saindo. Pra mim, a questão é o tempo e como utilizá-lo de maneira inteligente. Não se trata apenas de querer fazer as coisas ou estar motivada, mas de organizar o tempo e saber priorizar, isso é essencial.
    Queria também dizer que a gente se sente meio que obrigada a ter muitas metas, conquistar muitas coisas, fazer diversas atividades simultaneamente, e pra mim essa lista de metas vistas como valores de qualidade pra minha vida tem sido uma forma de focar no que realmente importa, o que é simples e realmente necessário pra mim. Se você sente essa dificuldade em dar conta de tudo, dê um basta, pare de exigir de você o que não é essencial e foque no que realmente irá fazer diferença na sua vida. Acho que essa pode ser uma boa meta!

Beijo geeente!
Vanessa

segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Inspiração: Quem tem menos tempo é quem tem mais tempo

Oi!
Achou que o título da postagem está errado? Talvez uma distração na hora de digitar e um acento agudo no "e" que deveria estar sem acento nenhum, já que ter tempo não é o mesmo que não ter tempo. Ora bolas, quem tem tempo tem e pronto, faz parte daquele seleto grupo de pessoas afortunadas que não precisam trabalhar, ou trabalham pouco, não têm compromissos familiares e um sem-fim de outras condições exclusivas atribuídas a quem dá conta das atividades do dia a dia.
Na verdade não, não é bem assim. Trata-se muito mais de saber se organizar, priorizar e ser disciplinado(a) do que ter muito tempo livre. É claro que uma pessoa organizada com mais tempo livre tem melhores condições pra fazer as coisas do que uma pessoa também organizada, mas que dispõe de menos tempo livre. Isso é inquestionável. Mas nesse início de semana - certamente corrido como uma segunda-feira que se preze - quero chamar a atenção para o fato de que ter ou não tempo é uma coisa bem relativa. E pra isso vou dar um exemplo que aconteceu comigo e me surpreendeu. Ainda não acredito, mas já faz mais de um mês que inseri um novo hábito na minha rotina, que há anos eu simplesmente não conseguia, mesmo tendo tentado por várias vezes.
Eu tive até hoje dois cachorros, que morreram no ano de 2010. No mesmo ano, adquiri uma schnauzer (mostro a Pipa nesse vídeo aqui), que desde então tem trazido muitas alegrias para a nossa vida. Só que, desde o meu primeiro cachorro, que me acompanhou desde a adolescência até a vida adulta, eu nunca consegui sair pra passear com os bichos mais de alguns dias seguidos. Não tinha paciência, eles puxavam demais a guia e eu não sabia lidar, depois o trabalho e o estudo acabaram se tornando os motivos pra eu não fazer isso por eles.
A Pipa (minha schnauzer) tem seis anos e já precisou fazer cirurgia duas vezes para retirada de cálculos na bexiga, o que é comum nessa raça de cães. Damos a ela ração própria para evitar cálculos já há três anos e ela engordou bastante, porque é uma cachorrinha, digamos, "robusta" (pegando leve...kkk) e a ração que ela estava comendo era bem gordurosa. Bom, em resumo eu comecei a ficar preocupada porque na última cirurgia ela também foi castrada, o que em geral provoca ganho de peso. E aconteceu o improvável: consegui inserir na minha rotina (a mais doida e aparentemente sem tempo que eu poderia ter) uma caminhada diária de 20 minutos com a Pipa. Minha rotina/horário de trabalho é diferente a cada dia da semana, então acordo mais cedo pra caminhar com ela nos dias que entro no trabalho um pouco mais tarde, e quando entro mais cedo deixo a caminhada pro fim da tarde, inclusive antes de ir trabalhar de novo à noite.
É claro que eu não sou nenhum fenômeno ou uma pessoa especial por causa disso, até mesmo porque ainda não consegui inserir uma rotina regular de atividades físicas no meu dia a dia, além dessa caminhada "canina". Mas é que isso se tornou emblemático pra mim, porque era algo que eu realmente tinha muita dificuldade e que eu me cobrava, porque quero que a minha cadelinha tenha uma vida longa e saudável, e caminhar diariamente é essencial pra saúde dela. Resultado: tem sido uma higiene mental esse momento de sair pelo bairro, ver o movimento das pessoas saindo ou voltando do trabalho, e eu fico feliz de saber que vou sair pra caminhar com a Pipa (mesmo ela sendo uma doida e fazendo o maior escândalo no trajeto).
Quero chamar a atenção para a armadilha que é "ter tempo livre". Ainda nesse meu exemplo doméstico, vou te contar que na semana passada eu consegui sair pra caminhar com a Pipa de segunda a sexta-feira, com coisas de trabalho pra fazer, compromissos médicos e aquela correria que a gente já sabe, e no fim de semana, quando eu realmente tive mais tempo livre, não saí com ela! Nem sábado nem domingo! Pode isso?! Daí ficou muito claro pra mim isso que eu chamei de armadilha do tempo livre. Quando temos janelas de tempo dentro de uma rotina corrida, somos obrigados a priorizar as atividades e a ter disciplina pra dar conta de tudo. E dá pra conseguir, talvez não tudo o que a gente gostaria de fazer, mas o que elegemos como prioridade. Quando nos vemos com um tempo mais solto, perdemos de vista o valor e o limite que aquele tempo tem, porque ele é estendido. Isso já aconteceu comigo em períodos de férias, e a mesma situação se repetiu: horas, dias e semanas passando e eu sem fazer as tantas coisas que eu queria pra aproveitar todo aquele tempo livre.

É isso gente, espero ter motivado você a tentar de novo colocar em prática aquele seu projeto pessoal ou hábito que você sabe que precisa adotar mas deixou pra lá porque acha que não dá tempo. Dá sim. Analise com atenção sua rotina, escolha o que precisa/quer colocar em prática, durma um pouco menos se for preciso e se organize pra conseguir dar conta. Depois me conte como foi!

Beijos e excelente semana pra você.
Vanessa

quarta-feira, 27 de julho de 2016

Projeto Minimalismo #1: Tempo para o que realmente importa

Olá!
Hoje começamos essa verdadeira viagem sobre o tema minimalismo. Espero poder trazer reflexões úteis pra sua vida e aprender muito nesse verdadeiro universo de possibilidades que o minimalismo nos traz.
Se você leu o post de ontem, talvez tenha achado o título um pouco contraditório para o assunto minimalismo: "Reflexões e ideias para uma vida mais simples e completa". Ora bolas Vanessa, se o princípio básico do minimalismo é viver com menos, manter apenas o que é essencial para uma vida simples, como essa vida pode ser também completa???
Vivendo em grandes cidades nesses tempos de globalização e consumo exagerado em que estamos, um dos principais focos que adotamos desde muito jovens, como sinônimo de uma vida boa e feliz, é conseguir uma ocupação que nos traga retorno financeiro e nos dê condições de consumo acima da média da população. Considerando o Brasil então, com todas as desigualdades infelizmente características do nosso país, a ideia de ter uma vida boa passa pelo desejo de poder consumir bem mais do que a maioria consome. Talvez por isso, pensar em consumir menos, de forma mais consciente e adequada, atendo-se ao que realmente for necessário, pode parecer contrário à ideia de uma vida mais completa. E aí está o "X" da questão e do post de hoje.
Quanto mais coisas, objetos, sentimentos, relacionamentos e rotinas desnecessárias temos para administrar, menos tempo sobra para o que realmente faz diferença na vida. Por mais que o consumo e as coisas sejam parte importante das nossas condições de sobrevivência nesse mundo doido, todos sabemos "onde o calo aperta": certamente todos nós - com exceção de pessoas com algum trauma ou distúrbio psiquiátrico - não hesitaríamos em trocar tudo isso pela vida ou pela saúde de alguém que amamos. Gosto muito quando o Mário Sérgio Cortella diz nas palestras e vídeos dele que, no leito de morte, ninguém se preocupa em ter mais tempo para comprar mais, investir mais na bolsa ou coisas do tipo, mas sim pra curtir mais o filho, fazer as pazes com um irmão há anos afastado por alguma briga ou dizer para a esposa/marido o quanto a/o ama.
Na minha definição pessoal de minimalismo, abrir mão de certos luxos e prazeres de consumo está ligado diretamente a ter pequenas porções de felicidade e alegria, dedicando tempo à família, aos amigos, a si próprio ou não fazendo nada exatamente produtivo, mas podendo escolher o que fazer com o próprio tempo.
Por isso que eu quis começar falando disso. É claro que cada pessoa tem um conceito próprio do que vem a ser ter uma vida completa: viajar, conhecer lugares diferentes, ter mais tempo livre, ou mesmo comprar algo caro, mas ao longo das nossas conversas sobre o minimalismo vamos ver que até para consumir melhor ele nos traz vantagens, na medida em que nos colocamos em uma posição de controle sobre o que queremos e elegemos como prioridade na vida.
Vou te deixar uma sugestão de reflexão para a semana: procure analisar sua rotina, pensamentos, relacionamentos os mais diversos, e pense em como você poderia minimalizar em algum aspecto. O que você poderia fazer para simplificar e ganhar tempo de qualidade, abrindo mão de coisas, atividades e até sentimentos que consomem um tempo precioso do seu dia a dia?
Se der, anote em um caderno ou no bloco de notas do computador, celular, e-mail, enfim, onde tenha acesso fácil pra você sempre se lembrar. Conte aí nos comentários se conseguiu abrir mão de alguma coisa e se obteve efeitos positivos com isso, ok?

Mil beijos e até mais!
Vanessa

terça-feira, 26 de julho de 2016

Projeto Minimalismo - Reflexões e ideias para uma vida mais simples e completa!

Oie!
Passei rapidinho pra avisar que amanhã (4ª feira, dia 27/07) tem novidade por aqui. Vou publicar uma série de posts sobre minimalismo, sempre às quartas-feiras, e eventualmente vou reunir os assuntos desses posts em vídeo também. Então, não esquece de passar por aqui amanhã e acompanhar o blog semanalmente, pra irmos trocando ideias sobre esse assunto tão legal e tão presente na nossa vida.
Você vai ver que o minimalismo é algo muito profundo e envolve muito mais do que desapegar de roupas ou sapatos. Adotar um estilo de vida simples, eficiente e práticos nos leva a ter mais tempo para o que realmente faz diferença e importa na vida - justamente o que não depende de coisas e mais coisas fazendo volume e nos tirando do foco.
Então, amanhã a gente se fala com o primeiro assunto do projeto: Minimalismo e Tempo para o que realmente importa.

Beijo e até!
Vanessa

segunda-feira, 20 de junho de 2016

Inspiração - A importância da continuidade

Olá, pessoal!

Estive ausente do blog e ainda estou me organizando pra manter as coisas funcionando por aqui (porque gosto muuuuito!), e tenho pensado muito em coisas que a gente começa a fazer e depois pára. Muitas vezes nós mudamos, assumimos compromissos diferentes ou percebemos que nossos planos não combinam mais com certos hábitos ou metas que havíamos determinado pra nós. Nesses casos, devemos mesmo repensar o rumo e redirecionar nossa rota, de acordo com os objetivos que fazem mais sentido. Por outro lado - e me encaixo nesse outro aspecto - as famosas crenças limitantes muitas vezes nos atrapalham e impedem que a gente realize o que sonha, seja porque pode ser difícil visualizar os resultados no curto prazo, seja porque duvidamos de que iremos dar conta. Com o blog eu muitas vezes me pego pensando assim. Trabalho muito e me sobra pouco tempo livre para todas as atividades que quero realizar. Muitas vezes me pego pensando que talvez seja mais produtivo direcionar minhas energias apenas para o trabalho e deixar o blog, mas logo me lembro de como gosto de ter um espaço pra escrever, expor minhas ideias, trocar ideias com outras pessoas, aprender e compartilhar. E daí penso: não, não vou parar, preciso me organizar e continuar com as potagens e os vídeos. E mais dias vão passando, com a rotina engolindo o meu tempo...

Pensando nisso hoje (domingo, na véspera dessa postagem ser publicada), quando já estava pronta pra dormir e quase na "hora do sono", resolvi fazer esse post rapidinho e lembrar da importância da continuidade nos nossos projetos pessoais. Já reparou como com relação a trabalho e compromissos importantes da vida nós não questionamos as possibilidades, vamos lá e fazemos o que precisa ser feito, meio que "no automático"? Pois é, então quero deixar como inspiração pra começar a semana essa ideia: se conseguimos nos disciplinar pra realizar o que o chefe pediu ou o que deixará um ente querido feliz, por que não dar continuidade àquele projeto pessoal que tanto queremos realizar? Merecemos menos fazer algo que nos realize do que fazer pelos outros ou em nome da rotina?

Tenho pensado muito nisso com relação ao blog e aos meus projetos pessoais e o fato de escrever sobre isso hoje está me fazendo querer mais, pra mim, para o blog, para os momentos em que posso me dedicar àquilo que realmente importa e me traz alegria e serenidade. Pense nisso nessa semana, em quais estratégias você pode criar para sair do automático e ditar o ritmo da sua vida, obedecendo ao que te fará feliz. Mesmo que não possamos fazer isso a maior parte do tempo, eu acredito que tentar aumentar gradualmente nosso poder de escolha do que fazer com as 24 horas do nosso dia e dar continuidade às atividades que nos fazem felizes deve ser um firme propósito de vida.

Um beijo pra vocês, e ótima semana!
Vanessa

segunda-feira, 23 de maio de 2016

Inspiração - Menos é Mais

Olá!
Eu ultimamente tenho me interessado muito pelo minimalismo, estou assistindo a vários vídeos e também comprei um livro sobre o assunto, que em breve vou trazer aqui para o blog também. E motivada pelos princípios do minimalismo eu vim aqui conversar com vocês hoje. 
De forma bem objetiva,

O minimalismo tem como princípio viver com o mínimo, o essencial, sem excessos.

A primeira coisa que pensamos em destralhar (essa é uma palavra de ordem para os minimalistas, e significa justamente limpar, liberar-se dos excessos), é a nossa casa e os nossos pertences materiais: roupas, ferramentas, utensílios que quase nunca usamos. Enfim, tudo o que está entulhando a casa e impede as coisas de fluírem bem. Ainda vou me aprofundar mais nesses conceitos todos por aqui, mas hoje eu gostaria de pegar do minimalismo a ideia de destralhar o nosso emocional. Isso mesmo, quanto entulho mental e emocional carregamos constantemente, achando que precisamos manter esse ou aquele relacionamento, esse ou aquele comportamento, essa ou aquela rotina, essa ou aquela imagem para os outros, esse ou aquele sentimento que insistimos em guardar, e que não nos levam a lugar algum, apenas servem de peso nos nossos ombros todos os dias? Você já parou pra pensar nisso?

Pesquisar sobre o minimalismo e conhecer um pouco mais desse estilo de vida tem me feito pensar nessas coisas. Estou fazendo um destralhe aqui em casa, começando pelo guarda-roupas, claro, mas tenho pensado muito nesse destralhe emocional também, em quantas situações que me desagradam e eu poderia simplesmente parar de manter na minha vida, e eu as mantenho, sei lá, por obrigação talvez, ou por achar que deve ser assim e pronto.

Então, minha sugestão pra você é começar a semana levando esse princípio do minimalismo pra sua vida: destralhe o seu dia a dia de situações, sentimentos e comportamentos que só fazem peso e não te trazem nada de bom. Isso deixará a sua vida bem mais leve!

O que você sabe sobre o minimalismo? Quer ver mais sobre esse assunto aqui no blog? Deixe sua opinião nos comentários!

Um beijão e uma ótima semana pra você!
Vanessa

domingo, 15 de maio de 2016

Check list de maio - retomada de atividades

Olá, pessoal!!

Hoje vim trazer rapidamente minha lista de coisas importantes para o mês (que já está na metade, diga-se de passagem). Tenho alguns objetivos bem simples e diretos pra maio:

1 - Retomar as postagens e vídeos do blog/canal;
2 - Retomar minha rotina de exercícios físicos em casa;
3 - Adequar minhas rotinas de trabalho e de casa, reduzindo atividades que consomem tempo e que não são essenciais pra mim;
4 - Destralhar a casa (começando pelo guarda-roupas), e começar a colocar em prática alguns princípios do minimalismo que têm atraído muito a minha atenção;
5 - Preparar um projeto sobre as eleições municipais com meus alunos;
6 - Marcar algumas consultas médicas que estão pendentes.

É isso. Como estou reorganizando minhas rotinas, esse é o mês de retomar atividades que ficaram para trás e de mudar o que não está sendo eficiente pra mim.
E você, o que tem planejado para esse mês? 

Um beijo pra vocês, até mais!
Vanessa

quinta-feira, 21 de abril de 2016

Técnica Pomodoro: sugestões de uso para organização de atividades

Olá, gente querida! Tudo bem?

O vídeo de hoje é sobre organização, um assunto que eu gosto muito. Conseguir organizar minhas atividades significa, pra mim, ter maior controle do meu tempo e poder aproveitar melhor os momentos de descanso e lazer.
Se você quiser saber um pouco mais sobre como eu uso a técnica Pomodoro, clica aí no vídeo e simbora!





Você também pode dar uma passada no blog Vida Organizada e ler esse post sobre a técnica Pomodoro. Aqui no blog eu também tenho um post sobre planejamento e realização de atividades, que pode te ajudar a se motivar pra agilizar as coisas por aí. Dá uma olhada e depois me conta o que você achou.

Por horas é isso, beijo grande pra vocês e até mais!!
Vanessa

sexta-feira, 8 de abril de 2016

Planejar demais sem realizar não traz resultados

Oie! Tudo bem?

Fim de semana chegando e não costumo aparecer muito por aqui às sextas-feiras, mas hoje eu vim falar um pouco de organização e gestão do tempo. Como faço parte do meu trabalho em casa e sempre invento mil coisas paralelas pra fazer, saber aproveitar o tempo da melhor forma possível é pra mim uma prioridade. Na verdade, isso significa que vou conseguir realizar aquilo que preciso e também os meus projetos de vida, que me levarão à realização dos meus sonhos.

Essa semana eu estava pensando em uma característica minha: eu ADORO fazer planilhas, listas de tarefas, planejar, analisar, ticar o que está feito e ver minhas listinhas completamente zeradas, sem pendências. Acontece que eu me pego muitas vezes mais centrada nos meios - que são essas ferramentas que a gente usa pra se organizar - do que nos fins - as tarefas que efetivamente precisam ser feitas. Muitas dessas tarefas são coisas morosas e chatas de fazer, dão um pouco mais de trabalho e, mesmo estando plenamente ao meu alcance, já me vi inúmeras vezes lendo e relendo minhas listas procurando não o que havia programado para aquele dia ou semana, mas algo que eu estivesse mais "a fim" de fazer. Como tenho várias coisas pra resolver no meu dia a dia - organizar a casa, trabalhar, manter o blog em dia (e viver, que também faz parte...) - acabo escolhendo da lista aquelas atividades mais fáceis e muitas vezes menos prioritárias, mas que acabo logo e pronto, enquanto o restante se acumula. Um exemplo claro disso: faz mais de um mês que preciso ir ao banco pra atualizar meu cadastro e tô enrolando gente, descaradamente, porque detesto ficar lá esperando enquanto penso em todas as outras coisas que poderia estar fazendo. E isso me trava, porque se precisar de algum serviço extra do banco simplesmente não vou conseguir. Quero comprar títulos do Tesouro Direto como forma de poupança sem corretora e não consigo por causa desse cadastro desatualizado.

Então, o post de hoje eu escrevi a princípio para mim mesma, mas acredito que muita gente tenha essa mesma dificuldade. Eu percebi que se eu for um pouco mais sistemática na realização das minhas tarefas a coisa tende a fluir melhor. Quando eu pego a lista de coisas pra fazer do dia e sigo do início ao fim sem parar pra pensar (igual a acordar cedo, sabe? Pular da cama e pronto), depois acabo percebendo que não tinha nada lá tão trabalhoso assim, e mesmo o que é mais difícil eu dou conta. A questão é ter foco. Começar uma atividade e não parar. Pode parecer óbvio, mas sabemos o quanto é difícil às vezes superar a preguiça e a procrastinação. Sabemos o que temos que fazer, como fazer, e acabamos enrolando.

No meu caso, a maior motivação é ver as coisas em ordem, meus objetivos mais perto de se realizarem e ter aquela sensação ótima de dever cumprido. Pensar nisso me ajuda a fazer o que precisa ser feito e fazer valer o planejado, realizando-o. Se o planejado é demais para o tempo disponível, então é hora de reprogramar as atividades e ser mais realista, caso contrário a lista de tarefas estará sempre com pendências, o que faz a gente se desanimar e reforça a ideia de que não iremos conseguir.

Por horas é isso, espero ter te ajudado com essa conversa! Deixe aí nos comentários como você lida com suas atividades e rotinas do dia a dia!
Beijo grande e que o seu fim de semana seja uma delícia!!!
Vanessa

terça-feira, 5 de abril de 2016

Dicas de leitura + 3 livros legais

Olá, pessoal!

O post referente ao vídeo publicado ontem (04/04) lá no YouTube desapareceu aqui do blog, então eu voltei hoje pra deixar aqui pra vocês o link:



Pra quem quiser saber mais sobre o kindle ou quiser comprar livros - eletrônicos ou em papel - é só entrar no site da Amazon: https://www.amazon.com.br/

Beijo grande e até mais!!!
Vanessa

sexta-feira, 1 de abril de 2016

Check list de abril - o que planejo para o mês que se inicia

Olá, minha gente!

Mês novo começando, e pra começar bem já fiz uma lista enxuta do que tenho de mais importante pra resolver em abril:

1. Declaração IR (atrasada de março);
2. Atualizar meu cadastro no banco e começar a comprar títulos públicos como forma de poupança;
3. Correção de provas e fechamento de notas;
4. Dar andamento aos projetos das escolas que ainda não iniciei;
5. Listar datas importantes do mês para inclusão nos conteúdos de aula;
6. Planejamento para viagem de férias em julho;
7. Fechar o primeiro mês da minha rotina de exercícios em casa;
8.Reestruturar minhas rotinas para contemplar estudo e leitura sistematicamente.

Fazer essa lista de prioridades do mês tem me ajudado a definir um norte pra organizar minhas rotinas, pra eu não perder de vista o que não pode passar em branco no mês corrente.
Em breve pretendo fazer um vídeo mostrando pra vocês como esse hábito - junto a outras estratégias de organização que estou adotando - tem me ajudado a ser mais prática e eficiente.

Beijo no coração e que abril seja um ótimo mês, pra nós todos!
Vanessa

quarta-feira, 30 de março de 2016

Fechando o mês: o que aprendi em março

Oi!
Estou adotando novas rotinas pra me organizar e dar conta das minhas tarefas (sem ficar louca...rs), e todo mês estou fazendo o checklist e agora também o fechamento do mês, com reflexões e questões práticas que eu percebi no trabalho e no dia a dia do mês corrente. De repente, algumas dicas podem servir pra você, se você tiver situações ou dúvidas parecidas no seu dia a dia.

Então, vamos para o resumo do que eu aprendi em março:

1. Não é fácil, mas eu dou conta: conciliar trabalho, vida pessoal e as suas realizações e planos não é fácil, e todo mundo sabe disso. Por isso, nas últimas semanas eu venho tentando me organizar, testando métodos pra isso, até achar o que é mais adequado para o meu dia a dia. Pra mim, administrar o tempo é, em primeiro lugar, questão de estabelecer prioridades e evitar aquilo que desperdiça os seus minutos preciosos. Logo pretendo fazer um vídeo sobre isso, e mostrar com mais detalhes como estou me organizando.

2. Menos reclamação e mais ação: pra dar conta do dia a dia e realizar o que você se propõe a fazer, é preciso deixar de lado o que está fora do seu controle e focar naquilo que você pode fazer. Se tem situações ou pessoas que te atrapalham e fogem do seu controle, reclamar não irá resolver. Pra mim, a solução tem sido criar minhas próprias estratégias pra contornar os obstáculos. E lembre-se: eles, os obstáculos, não são privilégio meu ou seu, fazem parte do dia a dia de todo mundo. Simples assim.

3. Quer as coisas do seu jeito? Faça você. Quem mora com os pais, marido/esposa ou qualquer outra pessoa, precisa entender que os outros não limpam a casa como você, não organizam as coisas como você e não dão a mesma importância que você dá a certos detalhes. Me refiro aqui principalmente àquelas coisas de casa mesmo, pois no ambiente de trabalho não adianta você querer resolver tudo ou simplesmente largar mão. E nem no ambiente doméstico isso resolve, mas na sua casa você tem a possibilidade de flexibilizar a forma como organiza as coisas e pode fazer concessões, no caso de os outros moradores não terem a mesma visão que você. Em resumo: precisa ou quer continuar compartilhando um lar com outras pessoas? Dificilmente elas vão fazer tudo igual a você. Aprenda a administrar o seu nível de irritação com isso e aprenda a ceder, pra poder também cobrar da outra parte envolvida. E acredite: isso vai te trazer mais leveza e paz de espírito, de verdade.

4. É possível conciliar a vida corrida com uma alimentação mais saudável. Aqui vão algumas dicas simples mas que têm me ajudado. Sabe aquele almoço de Páscoa com a família, quando sobra um pouquinho de cada coisa? Só comida gostosa, mas você já se empanturrou tanto que não aguenta mais, pelos próximos dois dias...rs Separe porções e congele. Se você leva marmita para o trabalho, assim como eu, isso rende várias marmitinhas, e mantém a comida fresca e gostosa. Se você já colocar as porções em vasilhas próprias para microondas, é só pegar do freezer e levar, sem correria. Do contrário, aquilo tudo ficaria mesmo na sua geladeira, até você desistir de comer ou estragar e ter que jogar fora. O mesmo serve pra qualquer refeição que você fizer e que percebeu que vai sobrar muito. Terminou de fazer, deixe esfriar e já congele! Quando precisar, talvez só tenha que fazer um arroz de acompanhamento e separar uma saladinha, o restante já estará pronto. Levo marmita pro trabalho quase todos os dias, e isso me trouxe um ganho de tempo enorme.

Por horas é isso, espero ter te ajudado! Se você tiver alguma dica pra compartilhar, fique à vontade aí nos comentários!
Beijo grande e até mais!
Vanessa

segunda-feira, 28 de março de 2016

A Páscoa já passou e você ainda está perdido nesse novo ano?

Olá! Como foi de feriado? Por aqui tive muitas atividades. Programei o mês de abril quase todo pro blog e pro canal, e descansei um pouco também, porque ninguém é de ferro né...

Pra começar a semana, depois da Páscoa que é um tempo de reflexão e renascimento, achei por bem conversar sobre esse recomeço com você. Quando chega o fim do ano, somos atropelados pela correria das festas, compras e comilanças, daí vem janeiro, contas pra pagar - incluindo ou não excessos de fim de ano - e vamos voltando à realidade. Em fevereiro o Carnaval deixa a gente meio fora do ar de novo, e de repente já é Páscoa. Lá se foram 3 meses - um quarto de ano e você nem sentiu. E agora você pode estar imersa(o) em papelada, correria e tudo o mais que pode te tirar o foco do que é mais importante, pensando: 

"Daqui a pouco chega o meio do ano e minhas metas de ano novo já nem lembro mais quais são..."

Se você se sente atropelada(o) pelos compromissos e com aquela sensação de não dar conta, aquela frustração de não conseguir colocar seus planos em prática, PARE. Pare com tudo, os compromissos ou mesmo o passeio do fim de semana podem esperar. Pare por 30 minutos e se reorganize. Analise sua rotina diária, semanal e mensal, observe onde você está sabotando seu próprio tempo e se alguém do seu convívio também estiver colaborando pra essa bagunça, dê um basta. Pegue do fundo da gaveta aquele caderninho com suas metas pra 2016, ou relembre o que você tinha em mente na virada do ano, e elabore estratégias práticas para realizá-las. Não fique só pensando em como seria bom atingir aqueles objetivos. Se você precisar abrir mão de algum deles por enquanto, faça isso. Mas se empenhe seriamente, comprometa-se em fazer acontecer aquilo que vai te dar uma maior satisfação do que viver no piloto automático. Seja programar uma viagem, analisar o orçamento da família pra cortar gastos, fazer um curso ou simplesmente ter mais tempo livre no fim de semana. Faça isso por você.

A Páscoa traz o simbolismo do renascimento. Independente da sua religião, ou não-religião, pense nesse período como o fechamento de um ciclo trimestral: festas e passagem de ano + volta à realidade + festa de novo. Agora, o que vem é:

>>>2ª CHANCE >>> 

Pare a frustração. Reprograme sua rotina e seu padrão de pensamento. Não protele mais aquilo que é importante pra você, mesmo que não seja essencial à sobrevivência. Merecemos mais do que apenas sobreviver. Merecemos uma vida plena, e dar pequenos passos em direção a ela é o que faz valer a pena todo o esforço. Este não é um post motivacional, nem tenho essa intenção. Só queria te lembrar de dar uma pausa nesse fim de semana e colocar as coisas no lugar. Se você não estiver satisfeita(o) com como o ano está se desenrolando, mude a direção. Tome a Páscoa como um tempo de recomeço, de segunda chance, pra fazer do seu 2016 um ano de conquistas e realizações que VOCÊ escolheu.

Obrigada por estar aqui comigo, deixe seu comentário que vou gostar muito de ler!
Beijos e ótima semana!
Vanessa