segunda-feira, 11 de abril de 2016

Inspiração: decisões e o medo da mudança

Oie!
Pra começar a semana, eu, que estou em uma fase de mudanças e decisões importantes, vim falar sobre

Decisões e o medo da mudança

Tenho pensado muito sobre o medo que eu sinto de tomar certas atitudes e depois as coisas não acontecerem como eu espero. Acho que com todo mundo é assim, né? Muitas vezes temos que mudar de postura, de planos, de rotina, ou mesmo mudar radicalmente de vida, e ficamos perdidos sem saber se já é hora, se a decisão é correta, se as consequências serão positivas. E podemos ficar por muito tempo presos nesse "limbo" entre acomodar-se ao que nos é seguro e familiar e encarar de frente e meter a cara pra fazer acontecer. E o mais difícil é que não existe um manual de instruções que indique um procedimento em cada situação. Só mesmo conhecendo a si própria(o) podemos ter a medida das melhores decisões. E mesmo assim podemos errar.
Então, eu resolvi listar alguns fatores que costumam pesar quando preciso tomar uma decisão importante e tenho dificuldade:
* O receio da mudança em si, o novo, o desconhecido que passará a fazer parte do meu dia a dia.
* A responsabilidade pela decisão: sou livre para decidir, mas as consequências virão, sendo elas boas ou ruins.
* O receio do que os outros vão pensar e dizer: por mais que a gente tenha a convicção de que ninguém tem nada com isso, sempre caímos na armadilha de nos preocupar com o que os outros esperam de nós.
* O quanto nossa decisão poderá afetar a vida de outras pessoas: pra mim, esse é um ponto nervoso, me sinto muito mal ao pensar que posso desapontar ou de certa forma causar algum sofrimento a alguém, principalmente da família, quando tomar uma decisão que as pessoas não entendam.

No meu caso, o que tem ajudado, em primeiro lugar, a tomar decisões difíceis, é pensar muito, muito mesmo. Separar razão e emoção, analisar cada dúvida (anotando, se necessário) pra não ficar só naquela sensação ruim de pensar no problema sem conseguir avançar no raciocínio com lucidez.
Analisar as possibilidades com um certo distanciamento ajuda a ver a situação com outros olhos, de forma um pouco mais neutra, o que aumenta nossa capacidade de análise.
Deixar de lado a mania de querer acertar sempre e parar de se cobrar e se culpar pelos enganos e erros do passado. Mudamos o tempo todo e nossa perspectiva das coisas também. Nossa percepção e opinião podem mudar, e não somos obrigados a manter uma posição em que já não acreditamos.
Finalmente, devemos ter em mente que a vida é muito, muito curta, e também é uma chance muito preciosa. Às vezes nos esquecemos que o mais importante de tudo mesmo é buscar a felicidade, sentir a satisfação e a gratidão por poder apreciar as coisas mais simples e saber que a cada dia podemos fazer tudo de um jeito novo. Cada dia é uma chance de ser feliz que não pode ser desperdiçada. Ninguém viverá nossa vida por nós, e também não podemos viver a fim de realizar ou compensar as frustrações dos outros, por mais que sejam pessoas que amamos.

Por isso, eu acredito que devemos trabalhar para que o medo da mudança em nós se transforme em prudência, senso crítico e força. Pra que, depois de analisar, pensar e pesar prós e contras, nossas decisões sejam guiadas pelo que tornará nossa vida mais feliz. A serenidade de uma decisão bem tomada, mesmo que seja difícil e envolva consequências importantes, é o necessário para enfrentar as mudanças decorrentes. Isso não significa será sempre fácil, mas que estaremos fortalecidos para o que vem pela frente.

Que a sua semana, seja ela de mudanças ou permanências, venha repleta de pequenas e grandes felicidades!
Beijo!
Vanessa

Nenhum comentário:

Postar um comentário

E você, o que achou? Tem dicas e experiências pra compartilhar? Deixe nos comentários!